Ontos https://agendamento.ontos.com.br Saúde consciente Tue, 18 Oct 2022 23:08:16 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 https://agendamento.ontos.com.br/wp-content/uploads/2022/10/marca-ontos-rgb-7-e1667943427148-150x150.png Ontos https://agendamento.ontos.com.br 32 32 Prevenção de lesões no esporte https://agendamento.ontos.com.br/prevencao-de-lesoes-no-esporte/ Tue, 18 Oct 2022 22:08:39 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=182

Atletas de alto rendimento Bruninho (Vôlei), Vinicius (Futevôlei), Carol Furriela (Triatlhon) contam os segredos para se manter sem lesões no alto rendimento. Toda atleta, seja ele amador ou profissional, sabe dos impactos e prejuízos que uma lesão acarreta na sua prática esportiva e na sua vida em geral.

Para este bate-papo, convidamos 3 atletas profissionais, consagrados em suas modalidades que se superam cada vez mais. Participaram também 3 profissionais da área da saúde, que compartilharam seus conhecimentos técnicos e suas experiências clínicas com atletas.

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QUARENTENA • Saúde física, mental e emocional https://agendamento.ontos.com.br/quarentena-saude-fisica-mental-e-emocional/ Tue, 18 Oct 2022 22:06:09 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=179 Em entrevista concedida a rádio CBN Campinas, nosso diretor clínico Dr. Vinícius Stefanelli desmistifica o mito da postura correta, aborda os benefícios da respiração para saúde física e emocional, além de apontar o principal fator responsável pela felicidade das pessoas. Aproveite o conteúdo!

 

 

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O que dizem os estudos mais recentes sobre Dor na Coluna https://agendamento.ontos.com.br/o-que-dizem-os-estudos-mais-recentes-sobre-dor-na-coluna/ Tue, 18 Oct 2022 22:01:29 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=176 Você sabe o que é a Dor?

Dor é pode ser definida como: “Experiência subjetiva, de um dano real ou potencial ao nosso organismo”, basicamente a dor é um processo individual que também nos serve como um sistema de alarme para alertar que algo não está bem no nosso organismo, seja por uma doença, uma lesão ou até mesmo sobrecarga em diferentes tipos de tecidos.

Outros fatores influenciam na dor, e isso ocorre exatamente por ela ser uma experiência. Assim fatores Sociais (interação do individuo com o meio) e fatores Emocionais (como a dor afeta os sentimentos e como os sentimentos afetam a dor) além dos fatores Biológicos (genética e sobrecargas agudas ou crônicas)

Dor Aguda e Crônica

A dor aguda é aquela classificada com até 3 meses de duração (há classificações de sub-aguda) e a dor Crônica é aquela que está presente por mais de 3 meses de duração. Ambas são classificações que auxiliam na escolha clinica do melhor tratamento indicado para sua solução.

Quem faz doer?

Há diversos casos em que sentimos dores, e quando realizamos os exames de imagens, os mesmos mostram-se sem alteração, mesmo a dor estando presente, então, como explicar esse fenômeno ?! Basicamente este cenário é muito comum na reabilitação física, e isso ocorre por muitas das vezes a causa inicial não estar relacionada a parte estrutural (ossos, músculos, tendões e ligamentos) mas sim podendo ser uma Dor Referida (Quando a causa da dor encontra-se em outra região ou tecido).

A resposta para todos os fenômenos dolorosos se encontra no Sistema Nervoso Central. Ele faz todo o processamento do que está ocorrendo em cada região do nosso corpo, assim esse sistema consegue receber informações, interpretar e emitir uma resposta para aquela situação atual.

Mas pode acontecer deste sistema ficar sensibilizado, o que significa que o mínimo estímulo não nocivo, poderia ativar os vários sistemas de alarme do corpo e desencadear as dores como forma de proteção. E todo esse processo ocorre por uma má interpretação do nosso Sistema Nervoso Central.

Como Resolver ?

A Fisioterapia aliada com a Osteopatia tem ótimos resultados no tratamento e resolução das dores Crônicas e Agudas. São seguidas rigorosas avaliações para que o processo de reabilitação seja o melhor e mais rápido possível, devolvendo assim a sua funcionalidade e ao seu novo estilo de vida. Em nosso programa de tratamento não contamos somente com técnicas e exercícios específicos, mas também com a Educação em Saúde e a melhora dos hábitos de vida de todos os nossos clientes.

O programa Integrado de Coluna trás até nossos clientes uma forma inovadora e integrativa nos cuidados de nossos clientes que sofrem por problemas na coluna. Com uma avaliação especifica, é possível compreender a individualidade de cada um dos casos dos nossos clientes e desta forma personalizar e integrar seu tratamento. Todo programa é realizado com as bases cientificas mais atuais, além da relação interdisciplinar de vários profissionais, o que aumenta nosso cuidado e nossa assertividade nos tratamentos indicados.

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Tratamento Osteopatico nas Cólicas Menstruais https://agendamento.ontos.com.br/tratamento-osteopatico-nas-colicas-menstruais/ Tue, 18 Oct 2022 21:58:44 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=173 “Cólica menstrual é comum, mas não normal! Osteopatia pode ser a solução.”

 A cólica menstrual é um sintoma comum que afeta quase 90% das mulheres em algum momento da vida, e aproximadamente 50% delas sofrem com essas dores mensalmente, classificadas de forte intensidade.

A dismenorreia como também é conhecida, se caracteriza pela dor na região inferior do abdômen no início da menstruação, podendo continuar por alguns dias, mesmo na ausência de qualquer patologia pélvica. Algumas vezes pode vir associada a dor de cabeça, náuseas e vômitos, desconforto digestivo, como diarreia ou constipação, desmaios, dor na coluna lombar, dor mamária e inchaço abdominal que pode durar toda a menstruação.

Muitas mulheres tomam remédio mensalmente para alívio dos desconfortos menstruais, o que pode apenas estar aliviando os sintomas, mas não sanando a causa deles. Isto é observado no momento em que a mulher interrompe o uso do medicamento e as cólicas retornam em igual intensidade ou às vezes maior, isso sem contar nos efeitos colaterais que acompanham os medicamentos, tanto analgésicos como anticoncepcionais.

A ausência da doença não quer dizer que não tenha uma disfunção de mobilidade, por exemplo. O útero, onde ocorre a descamação durante a menstruação, está suspenso por várias estruturas como ligamentos, músculos e fáscias, que o mantém interligado a outros órgãos e ossos (veja figura abaixo). Qualquer alteração nessas estruturas pode alterar a dinâmica e o movimento normal que a víscera possui. Para que ocorra a descamação da parede do útero, iniciam-se pequenas contrações de sua musculatura, e caso esteja em disfunção, ou seja, com a mobilidade alterada, estas contrações podem ser mais fortes, desencadeando a cólica. Desta forma, cólica menstrual não pode ser considerada normal e pode ser tratada com a Osteopatia.

 

 

Vista lateral do assoalho pélvico. 1.Pubs, 2.Bexiga, 3.ÚTERO, 4.Intestino Reto, 5.Osso Sacral, 6.Ligamento que interliga todas essas vísceras e ossos ao útero, 7.Músculos do assoalho pélvico.

A Osteopatia é um método de tratamento eficaz nesses casos, que utiliza como forma de avaliação e tratamento técnicas manuais suaves, que a partir da avaliação global e minuciosa da paciente detecta possíveis pontos de disfunção e verifica a necessidade de mobilização, com o objetivo de melhorar o fluxo sanguíneo pélvico, o impulso nervoso, mobilidade osteo-articular; liberar as aderências nos tecidos moles, como também melhorar mecanismo hormonal.

A melhora dos sintomas é observada em poucas sessões, onde a paciente é acompanhada por alguns ciclos menstruais, até que a dor e o ciclo se regularizem.

 

Dra. Isabela Menegazzo

Fisioterapeuta Osteopata pela Escuela de Madrid Internacional

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Principais Lesões no Ombro https://agendamento.ontos.com.br/principais-lesoes-no-ombro/ Tue, 18 Oct 2022 21:54:34 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=170 Caracterizado pela maior amplitude de movimentos de todas as articulações do corpo humano, o ombro une o braço ao tronco e é capaz de se movimentar em várias posições.
Abaixo listamos as lesões mais comuns:

Tendinite
É a inflamação do tendão que une o músculo ao osso. A inflamação ocorre pela presença de dor na região do tendão. Entre as causas, estão fatores de risco, como: falta de alongamento, desequilíbrios posturais, movimentos repetitivos, estresse, atividade física em excesso entre outras.

Bursite
É uma inflamação de uma estrutura com líquido localizada entre um tendão e o osso. Sua função é auxiliar o deslizamento dos tecidos e sua nutrição. O processo inflamatório surge pela repetição de movimentos, causando dor e limitação dos mesmos.

Capsulite Adesiva (ombro congelado)
É caracterizada por um quadro de dor intensa no ombro e limitação dos movimentos e é definida pela inflamação da cápsula que reveste a articulação do ombro. É mais conhecida como ombro congelado.

Artrite
É a inflamação das articulações. Ocorre quando o sistema imunológico ataca as estruturas articulares do próprio corpo, sendo, portanto, uma doença autoimune na maioria dos casos, ou pode ocorrer por trauma, levando a um processo inflamatório da região. Se não tratada precocemente, pode afetar outras áreas além do ombro.

Para tratar e evitar lesões nos ombros, a melhor indicação é procurar um Fisioterapeuta especializado que indicará o tratamento mais adequado levando em consideração a individualidade de cada paciente.

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Cotovelo de Tenista: Entenda essa lesão https://agendamento.ontos.com.br/cotovelo-de-tenista-entenda-essa-lesao/ Tue, 18 Oct 2022 21:52:04 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=167 Você sabia que apenas 5-8% dos pacientes que apresentam essa lesão são praticantes de tênis?

Além de acometer alguns atletas de tênis, também pode afetar atletas de outras modalidades, como handball, crossfit, vôlei ou também em pessoas sedentárias, devido às atividades laborais, como por exemplo: excesso de digitação no computador, no celular ou movimentos repetitivos.

Epicondilite Lateral, o famoso cotovelo de tenista, é causada por uma inflamação degenerativa dos tendões extensores no antebraço, apresentando dor na região do cotovelo em sua face lateral, no qual se localizam seis tendões que exercem ações de supinação do antebraço e extensão do punho e de dedos.

Apesar de ser considerado um processo inflamatório, estudos recentes vêm a descrevendo como uma tendinose. Na fase inicial pode apresentar sinais inflamatórios, reversíveis e sem causar alterações patológicas. Seguida de um estágio de degeneração angiofibroblástica do tecido, ainda sem alteração. A terceira fase já associando a uma tendinose com alteração da estrutura tecidual, ou seja, uma ruptura parcial ou total do tendão. E a quarta fase, além dessa alteração tecidual já mencionada anteriormente, apresenta fibrose e calcificação.

Os sintomas mais comuns, além de dor na região do cotovelo, são a sua extensão até a região do dorso da mão e irradiação para a região dos músculos extensores que são sensíveis a palpação. Podendo ser agravada e impossibilitando alguns movimentos.

Para que seja identificado esse processo inflamatório e degenerativo é necessário realizar exames físicos em consulta e pode complementar com exames de imagens para o auxílio do diagnóstico.

O tratamento inicial é conservador, podendo associar fisioterapia com terapia medicamentosa. Atuando no controle da dor e do processo inflamatório, utilizam-se recursos como crioterapia, eletro, termo e fototerapia. Além disso, é necessário tratar a causa da Epicondilite, principalmente com técnicas de terapia manual, como mobilizações articulares, teciduais e manipulações. E posteriormente conseguir trabalhar o fortalecimento dessas musculaturas extensora do punho e dedos.

Quando não apresenta boa evolução, podem ser realizadas infiltrações com corticoides, toxina botulínica ou ondas de choque, dependendo da indicação e individualidade de cada paciente. É apenas cirúrgico quando a dor permanece após todas estas intervenções, sem nenhuma resposta aos tratamentos convencionais.

 

Dra. Marina Squarizi

Fisioterapeuta Esportiva | Trauma Esportivo PUC Campinas

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Dor no Pescoço e Estresse – Entenda essa Relação https://agendamento.ontos.com.br/dor-no-pescoco-e-estresse-entenda-essa-relacao/ Tue, 18 Oct 2022 21:48:48 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=164 É muito comum em nossos atendimentos aparecerem pacientes que sofrem de fortes dores no pescoço que chegam a irradiar para o meio das costas ou até cabeça. Esses pacientes têm algumas coisas em comum.

Geralmente são empresários ou funcionários de grandes empresas, trabalham muito tempo sentado, se alimentam mal, não praticam atividade física regular e etc. Esse perfil é o clássico da pessoa que também sofre por estresse. Mas por que o pescoço sempre é afetado primeiro?

O mecanismo de estresse é complexo e envolve muitas estruturas do sistema nervoso central (cérebro), onde de forma básica ele tem que interpretar uma situação de ameaça. Quando esta interpretação começa a ser feita e percebida, ativamos o sistema de Luta ou Fuga em resposta ao estresse. Esse sistema faz com que nossa pressão sanguínea suba, aumente a frequência cardíaca e que mais sangue seja disponível para os músculos e menos para os órgãos. Com essa resposta inicial e com mais sangue indo para os músculos os mesmos também aumentam a tensão.

O principal motivo pelo qual os músculos da região do pescoço e ombros ficam mais tensos primeiro é por conta da sua inervação. Muitos nervos para esses músculos saem diretamente do crânio e estão muito próximos das estruturas que compõe o sistema nervoso central. Logo, quanto mais perto estão mais fortes e rápidas são as informações para esses músculos.

É por essa questão que quando vamos tratar uma dor no pescoço, ainda mais as de longa duração, começamos o tratamento pelo crânio e pelo trabalho respiratório e meditativo (atenção plena). Basicamente precisamos fazer com que o corpo e o cérebro entendam que não há nenhuma situação de perigo iminente e que todos os sistemas podem entrar em um estado de recuperação e relaxamento.

Nós sempre focamos na importância do controle do estresse em pessoas que tem uma rotina agitada. Não é só as dores no pescoço que surgem. É possível que dores em outras regiões ou até doenças acometam nosso corpo por conta do estresse e baixa imunidade.

 

Dr. Ricardo Augusto Costa

Graduado em Fisioterapia pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM).

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O que interfere na sua postura? https://agendamento.ontos.com.br/o-que-interfere-na-sua-postura/ Tue, 18 Oct 2022 21:46:03 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=161 A famosa frase: “A minha dor é por conta da minha postura”, ainda é muito falada em nossos consultórios.

Já comentamos várias vezes que a postura não tem relação direta com as queixas de dores na coluna uma vez que isso foi testado e comprovado cientificamente. A postura é mais uma relação comportamental (e até mesmo uma resposta ao ambiente) do que somente a posição do corpo.

Há alguns sistemas que realmente podem alterar a posição do corpo e quando não estão bem adaptados eles podem acabar gerando desequilíbrios importantes e desencadear dor. Esses sistemas são conhecidos como Captores (Receptores) Posturais. Saiba quem são eles:

1 – Olhos: Os olhos são importantes para a manutenção da posição da cabeça, principalmente quando falamos de foco visual. É muito comum observarmos pessoas que usam muito computador para trabalhar e no final do dia estão quase “grudadas” na tela. Isso acontece pois os grupos musculares que estão envolta do olho também fadigam e por isso você precisa alterar a posição da cabeça e logo do pescoço para poder focar e enxergar melhor. Neste exemplo simples já podemos imaginar uma pessoa que possui uma postura com a cabeça mais projetada para frente e com dores de cabeça, no pescoço e nos ombros.

2 – Labirinto: possui uma composição de várias estruturas e são muito importantes na manutenção do equilíbrio. Dentro dessas estruturas há um líquido que funciona como um nível para a posição da cabeça.  As alterações do labirinto são comumente patológicas (Ex: Labirintite) mas também podem ocorrer traumas direto na cabeça. E tudo que altera o equilíbrio também vai alterar a nossa postura.

3 – ATM (Articulação Temporomandibular): A ATM se relaciona com a posição da cabeça e dos ombros. Perceba que sempre que temos uma alteração de mordida (seja de nascença ou após um procedimento odontológico) também realizaremos adaptações na posição da cabeça e no pescoço para que seja possível fechar e articular a boca de maneira eficiente.

4 – Pele: Aqui nós estamos nos referindo sobre as cicatrizes profundas (adquiridas de traumas ou cirurgias no geral). Todo nosso corpo é uma rede de tensão onde cada parte fica puxando a outra e sempre tentando manter o equilíbrio. Quando temos uma cicatriz profunda é como se esse estado de tensão aumentasse muito naquela região o que leva ao desequilíbrio e compensação do resto do corpo. Dois exemplos bem característicos são as cirurgias de cesárea e de prótese mamária. Ambas geram tensão anterior (puxando o corpo para frente) e isso obriga o corpo a equilibrar sem centro de gravidade, aumentando nossas curvas da coluna ou aumentando a tensão dos músculos posteriores.

5 – Pés: Esse com certeza é um dos mais importantes. Qualquer lesão antiga na região de tornozelo e pé altera toda a nossa base de sustentação podendo provocar desequilíbrios no corpo inteiro. O sintoma mais comum que nos leva a fazer a avaliação dos pés é quando a dor na coluna aparece ao ficar muito tempo na posição em pé (numa fila ou caminhando, por exemplo).

Para que possamos realizar o teste em algum desses captores posturais, precisamos fazer uma avaliação detalhada sobre todo o histórico de lesão e da queixa de cada paciente.

 

Dr. Ricardo Augusto Costa

Graduado em Fisioterapia pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM).

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Você sabe quando é dor muscular ou pré-lesão? https://agendamento.ontos.com.br/voce-sabe-quando-e-dor-muscular-ou-pre-lesao/ Tue, 18 Oct 2022 21:42:35 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=158 Uma das dúvidas mais frequentes que ouvimos dos atletas é sobre a dor que antecede a lesão e a dor muscular pós treinamento. Apesar de sabermos que é um processo natural a dor pós atividade mais intensa ou mudanças no treinamento, deve-se levar em consideração alguns sinais.

Mas e você atleta, sabe quais são esses sinais?

Primeiro conceito que devemos entender é que sentir a musculatura dolorida após o treino é frequente entre os atletas, isso caracteriza que os seus músculos passaram por estímulo e necessitam de recuperação para conseguir estar mais preparado na próxima atividade que necessite dele. O que caracteriza esse tipo de dor muscular pós treino são: rigidez muscular e fadiga, a dor não é em um músculo específico e sim mais generalizada, limitação de movimentos leve a moderada e falta de força.

Essa dor natural de exercício físico pode iniciar também após um período, conhecida como dor muscular de início tardio (DMIT), sendo caracterizada por dor após 8 horas do esforço físico, aumentando sua intensidade nas primeiras 24 horas e podendo chegar até as 72 horas de desconforto. Após esse período de três dias e dor diminui de forma progressivamente.

Entretanto, dores que persistem na articulação e não ao longo da musculatura; dores que não diminuem após as 72 horas; sinais inflamatórios, tais como: hematoma, edema (inchaço) e região avermelhada; dor aguda em pontada são os sinais e características de que devemos nos atentar e buscar ajuda de um profissional capacitado para entender melhor se existe uma lesão.

 

Dra. Marina Squarizi

Fisioterapeuta Esportiva | Trauma Esportivo PUC Campinas

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Perda Urinária é Normal? https://agendamento.ontos.com.br/perda-urinaria-e-normal/ Tue, 18 Oct 2022 21:39:45 +0000 https://www.ontos.com.br/?p=155 A perda urinária é um sintoma considerado normal por ser frequente em mulheres, principalmente após a menopausa e pós-parto, entre idosas e gestantes. A verdade é que esse sintoma é COMUM, mas jamais poderemos considerar normal.

A urina basicamente é o que nosso corpo não vai mais aproveitar do nosso sangue. O sangue está sendo filtrado constantemente pelos nossos rins e o que não é bom (urina), vai sendo armazenado na bexiga.

Dentro da bexiga temos “sensores” que nos avisam quando temos aproximadamente 200 mL de urina (esse valor é variável). E como eles nos avisam? Fazendo a gente sentir vontade de fazer xixi. Para conter a urina, inibindo os sensores da bexiga naturalmente você faz a contração dos músculos do assoalho pélvico. Com isso você dá a informação para a bexiga relaxar um pouco até chegar onde precisa para fazer xixi.

E como acontece o esvaziamento?
A partir do momento que você julgou ser apropriado urinar (sentada no vaso sanitário, por exemplo), você relaxa o assoalho pélvico, o seu cérebro entende e manda a bexiga contrair, diminuindo assim seu tamanho e empurrando quase toda a urina para fora.

Contudo, o controle urinário é feito pelo trabalho conjunto entre bexiga e a musculatura do assoalho pélvico. Mas não depende somete disso, pois essa bexiga e esse assoalho pélvico fazem parte de um corpo todo. Essas estruturas podem sofrer sobrecargas por conta da postura, das tensões musculares, da respiração, dos hábitos alimentares e ingestão de líquidos, promovendo desequilíbrios que podem causar a perda urinária.

Se você está passando por esse sintoma ou conhece alguém com o problema, procure a orientação de um profissional para avaliar e indicar o tratamento ideal.

 

Dra. Tamara Malvezzi 

Fisioterapeuta Especializada em Saúde da Mulher

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